segunda-feira, 30 de setembro de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
HORINHAS DE DESCUIDO...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
A HAPPY NEW YEAR 4 U!
Aos amigos (nisso inclui-se a família) que permanecerão e aos que ainda vão aparecer...
Um ano realmente novo de aprendizados e momentos felizes, mas com aquela pitada vintage de bons flashes dos anos idos...
Um ano em branco, mas que possa ser escrito e desenhado com cor(es) viva(s).
Que tenham ido com o ano que passou tudo e todos que não servem mais, que causaram dor, engano e despropósitos.
Que 2013 seja leve, seja livre, para que possa ser preenchido com o que vale a pena carregar por outros anos vindouros.Esse simples cartão busca ilustrar a sutileza do que nos desejo, que os espaços possam ser preenchidos com paz, harmonia, foco, fé, disciplina, dedicação e percepções positivas do mundo nesse novo tempo.
Que precisemos menos de coisas materiais.
Que plantemos e colhamos sentimentos e ações felizes para com o outro.
Que possamos ser mais fraternos e verdadeiramente acolhedores. Que percebamos e nos engajemos na causa dos que precisam de nós. E que tenhamos sabedoria para valorizar o que realmente tem valor.
Que nossos sonhos condizam e colaborem com a nossa mais íntima felicidade.
Que a nossa estrela brilhe com nossas conquistas e com as conquistas daqueles que nos são caros.
E que tudo isso se condense na forma de PAZ em nossos corações!
É o que desejo para mim e para aqueles que fizeram o meu 2012 tão especial com seu companheirismo, lealdade, dedicação, amizade, amor, carinho, pensamentos positivos... Tudo de melhor para vocês que me arrancaram sorrisos no ano que passou, que me dedicaram coisas boas e preciosas como o tempo! E agradeço muito aqueles que me deram a oportunidade de lhes ajudar...
Que nesse ano eu lhes possa ser mais útil e que todos nós possamos dar e receber tudo de bom que merecemos! Feliz e Sábio 2013.
terça-feira, 10 de abril de 2012
HAPPY BIRTHDAY TO ME
Se ouvindo aqui eu fico emocionada, imagine se fosse ao vivo! Que esse ano que se inicia para mim seja cheio de emoções como essa!
domingo, 1 de janeiro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL (II) !!!
Os Dembabies estão a coisa mais fofa! Esse video é um dos mais emocionantes que a Mariah já fez. Amei!
Enquanto os meus babies não chegam, olhem só os meus fofinhos com os presentes ontem a noite, antes da ceia
É nesse clima de Natal em família que reitero os votos de um Feliz Natal para quem preza pelo que tudo isso significa!!!
sábado, 24 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL!!!!
Esse ano também, uma coisa mudou: estou namorando, a despeito do ano passado...Mas continuo me identificando com a música, pois meu baby não vai passar a noite de Natal comigo, está viajando... Eu preferi ficar em casa, pois Natal sem família não tem graça! Mas a distância é só fisica, porque de coração estamos juntinhos! Feliz Natal, querido!
E um Feliz Natal a todos: família, amigos, desconhecidos...Enfim á todos que fazem os meus dias se tornarem especiais! Que essa noite e o dia de amanhã sejam de muitas bençãos e reflexões para que nos lembremos da principal mensagem, o amor do aniversariante por nós: Parabéns Jesus!!!!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A BRITNEY E EU
Uma das melhores lembranças que tenho sou eu balançando na rede vermelha do quarto do meu pai em frente a TV, sábado a tarde, cantando bem alto as músicas da Britney, da Mariah Carey, das Spice Girls e dos Backstreet Boys. Ow mas era bom!!!! E pra mim nem parece que faz muito tempo (só uns doze anos! kkk)
Olha como era a cara da criatura, alguém ainda lembra? (Saudade da minha cara de ingenuidade também, sem as decepções da vida!)domingo, 25 de setembro de 2011
ALL YOU NEED IS LOVE
Esqueci de postar aqui um evento que está ocorrendo em THE nesse fim de semana. Trata-se do espetáculo "All you need is love", um dos maiores covers dos Beatles no mundo. Os caras se caracterizam com perfeição, mudando de figurino a cada fase e as vozes são incrivelmente parecidas. Contam com instrumentos vintage, orquestra e efeitos especiais.O local do evento, um outrora refinado clube, não estava lá em seus melhores dias de conservação, mas acredito que a escolha do lugar tenha vindo a colaborar com o clima retrô. Somando-se a isso, a organização deixou muitíssimo a desejar, era um lá e cá de cadeiras, até tudo se ajeitar, foi sufoco!
Felizmente, esses defeitos puderam ser ofuscados com a brilhante apresentação do grupo. Mas como nada é perfeito, em duas horas não dá pra cantar tudo o que todo mundo quer, não é? E como uma grande fã que sou da primeira fase (1963-1966), penso que ficou faltando algumas canções... Também não achei legal o cantor que assumia o palco nos intervalos ter cantado "Michelle" e "And I love her". Queria que tivesse sido cantada por eles!
Não tive como não me impressionar, e no início fui tomada por uma sensação meio estranha, meio mórbida. Como explicar para você mesmo que não está na frente dos Beatles? A fidelidade cênica e sonora é impressonante!!!Porém, depois do susto inicial, é só emoção. Cantei junto, aquelas músicas que aprendi a 17 anos, e fiquei arrepiada. Até chorei em "Yesterday". É isso que chamo de show, um deleite aos olhos e ouvidos. Um verdadeiro espetáculo!Ver mais em: http://www.allyouneedislove.art.br/
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
AI, AI...


A Tetê conta que quando eu era pequena e ela me levava para os aniversários infantis, eu ficava rodeando o bolo. Quando eu via que não tinha ninguém olhando... Metia o dedo! Aí ela me perguntava porque eu tinha feito aquilo e eu respondia que era para provar se estava bom! kkkkk Se bem que eu não lembro disso, pois recordo de ser bem comportada...
sábado, 10 de setembro de 2011
SNOOPY
"Snoopy é um cão extrovertido, com muitas virtudes. A maior parte delas são sonhos que fazem parte do seu mundo de fantasia, que aparecem quando Snoopy dorme no telhado da sua casinha. Snoopy incorporou a tendência de dormir em cima de sua casa, ao invés de dentro dela. Muitos dos momentos memoráveis dos "Peanuts" ocorreram durante esses sonhos nos quais ele era um escritor: o seu eterno abrir da mala onde está a máquina de escrever.Schulz, seu criador, em 1997 disse o seguinte a respeito do carácter do Snoopy: "ele tem que sair do seu mundo de fantasia para sobreviver. Por outro lado, se assim fosse ele levaria uma vida miserável e aborrecida."
Assim, Snoopy começou a revelar uma variedade de personalidades que incorpora, sendo a mais notável é a do piloto da Primeira Guerra Mundial. Para compor esta faceta, ele põe os seus óculos de aviador, o seu capacete e voa no seu “Sopwith Camel” (na verdade, a sua casa), lutando contra Manfred von Richthofen o Barão Vermelho (que aparece indiretamente representado pelas balas que atingem a sua casa). Snoopy também se torna "Joe Cool", um cara tranqüilo como os hippies, quando põe os óculos de sol e se encosta na parede sem fazer nada, em uma alusão ao festival Woodstock. Ele também pode ser um escritor famoso, um advogado, um jogador de hóckei no gelo, um patinador olímpico (patinando com Sonja Henie), o "Beagle Solitário" (o primeiro cão a voar sozinho sobre o Atlântico) e tam
bém o primeiro astronauta a chegar à Lua.A exceção do seu dono, Charlie Brown, o melhor amigo de Snoopy é o passarinho amarelo Woodstock, que apenas "fala" em marcas da apóstrofe. O seu arquinimigo (além Manfred von Richthofen) é o invisivel "Gato estúpido da porta ao lado" (também chamado "Terceira guerra mundial"). Durante uma série das séries diárias, Snoopy antagonizou o gato a cada dia, e a pata do gato fazia movimentos gigantes que dizimavam a casinha recém-construida de Snoopy numa extensão maior que no dia anterior. De fato, o Snoopy não gostava de gatos em geral, comentando que eles eram "as ervas daninhas no relvado da vida" e ficando ofendido com a expressão "gatos e cães", insistindo que a expressão correta deve ser "cães e gatos".
Charlie Brown é o dono do Snoopy (embora este pareça ser um cão perdido que Charlie Brown e os seus amigos adotaram, ou vice-versa), mas a relação entre eles não era como mestre e servo. O tormento de Charlie Brown, Lucy, uma vez exigiu saber quando é que ele levaria Snoopy a aulas de adestramento. Snoopy pergunta-se até que ponto Charlie Brown faria tudo o que ele quisesse.
Por um tempo, em 1977, Snoopy ficou prometido a uma cadela que nunca apareceu, que ele conheceu enquanto guardava a casa da Patty Pimentinha. Mas, ela fugiu com o irmão do Snoopy, o Spike, e mais tarde viu-se a sua chegada ao deserto do Spike.
Snoopy odeia doces de coco e bolachas, tem claustrofobia, e tem um medo mortal dos pedaços de gelo que balançam em cima da sua casa, que é muito maior por dentro do que o que parece por fora (o sotão é suficientemente grande para ter uma piscina, os quadros mencionados acima e uma TV).
Snoopy é bilingue, pois compreende um pouco de francês. A sua comida de cão chama-se "para cães que voaram na primeira guerra mundial e compreendem um pouco de francês". Ele fracassou no seu curso de geometria, que era sua desculpa para não poder seguir o curso de golfe.
Snoopy tem também a sua própria dança, que se chama a Dança do Snoopy (Snoopy dance)". (Wikipedia)
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
BARBIE GRACE KELLY
Cada bonequinha custa em média R$ 278,00 (precinho para colecionador) e a renda será revertida para a fundação Princess Grace que apoia jovens artistas do teatro, dança e cinema.
Fonte: http://mundoposto.com.br/blog/?p=6768
terça-feira, 9 de agosto de 2011
ELEANOR RIGBY
Eleanor Rigby
Ah, look at all the lonely people
Ah, look at all the lonely people
Eleanor Rigby picks up the rice in the church where a wedding has been
Lives in a dream
Waits at the window, wearing the face that she keeps in a jar by the door
Who is it for?
All the lonely people, where do they all come from?
All the lonely people, where do they all belong?
Father McKenzie writing the words of a sermon that no one will hear
No one comes near
Look at him working, darning his socks in the night when there's nobody there
What does he care?
All the lonely people, where do they all come from?
All the lonely people, where do they all belong?
Ah, look at all the lonely people
Ah, look at all the lonely people
Eleanor Rigby died in the church and was buried along with her name
Nobody came
Father McKenzie wiping the dirt from his hands as he walks from the grave
No one was saved
All the lonely people, where do they all belong?
Tradução
Ah, veja todas as pessoas solitárias
Ah, veja todas as pessoas solitárias
Eleanor Rigby apanha o arroz de uma igreja onde houve um casamento
Vive em um sonho
Espera à janela, portando um rosto que ela guarda em um jarro perto da porta
Para quem é?
Todas as pessoas solitárias, de onde elas vêm?
Todas as pessoas solitárias, de onde elas são?
Vejam-no trabalhando, remendando sua meias à noite quando não há ninguém por perto
Com o que ele se preocupa?
Todas as pessoas solitárias, de onde elas vêm?
Todas as pessoas solitárias, de onde elas são?
Ah, veja todas as pessoas solitárias
Ah, veja todas as pessoas solitárias
Eleanor Rigby morreu na igreja e foi enterrada junto com seu nome
Ninguém apareceu
Padre McKenzie limpa a sujeira das suas mãos enquanto se afasta do túmulo
Ninguém foi salvo [por ele]
Todas as pessoas solitárias, de onde elas vêm?
Todas as pessoas solitárias, de onde elas são?
Depois fiquei pensando o que os compositores queriam dizer, e encontrei um texto muito legal que fala sobre a interpretação dessa música, disponibilizado nos trechos que mais gostei, a seguir:
"Eleanor Rigby conta a história de dois personagens, a própria Eleanor e o padre McKenzie, que são retratados como símbolos representativos das pessoas solitárias como um todo. Em poucas palavras a história é como se segue: tanto Eleanor como McKenzie são pessoas solitárias. Ela trabalha na limpeza da igreja, sonha em se casar, espera pelo seu amado todos os dias. Ele escreve sermões que nunca ninguém escutará, passa a noite sozinho costurando suas meias. Eleanor morre na igreja, é enterrada junto com seu nome, somente. Ninguém veio a seu encontro. Mckenzie saí da cova, limpa suas mãos. Ninguém foi salvo por suas palavras.
Vejo alguns pontos particularmente interessantes nessa história. Há tanto homens como mulheres solitários. As pessoas muitas vezes têm dificuldade de encontrar umas as outras (a única interação entre Eleanor e McKenzie acontece quando o padre enterra a moça). A solidão não é necessariamente ruim, em nenhum ponto da história fica patente a tristeza, sofrimento, desespero, talvez nem mesmo a frustração possa ser colocada como presente. Penso que não há modelo certo para viver. Casar ou não casar, ter ou não ter filhos, sair ou não da casa dos pais, ter ou não ter amigos. Há dentro da sociedade aquilo que é mais comum e, fruto de um desenvolvimento cultural e social, mais almejado.
É certo que você conhece alguma pessoa que possa classificar de desajustada, desalinhada, diferente, excêntrica. Em todo conjunto de pessoas, podemos distinguir alguém que absolutamente não se encaixa no padrão modal, mais comum. Seja alguém um pouco mais feio, menos inteligente, menos sociável, menos emocionalmente desenvolvido, alguém com gostos demasiado diferentes, todos conhecemos alguém que um dia tenhamos parado pra pensar, o que será que a pessoa faz no fim de semana? Onde vai? Com quem fica? Quem namora? Quem ama? O que ama? Ama? Esta série de questionamentos pode culminar, algumas vezes, em sentimento de pena, de piedade. Vejo este sentimento como bastante injusto e arrogante, já que é fruto de um juízo de valor em favor de si em detrimento do outro. Quão bem resolvidos somos e quanto problemáticos são os outros? Quanto nosso jeito de agir é o certo? Quanto existe o certo?" (texto extraído de "Eleanor Rigby", disponibilizado em http://desideas.wordpress.com/2008/05/10/eleanor-rigby/)
Eu não quero ser como Eleanor Rigby. Me apavora a idéia de pensar no passar do tempo sem proveito.
sábado, 23 de julho de 2011
BYE BYE AMY

Curiosamente, eu e dois amigos conversávamos ontem sobre Amy. Pablo falou que se ela continuasse levando aquela vida (do vício em álcool e drogas), não viveria mais do que dois anos. Quem de nós poderia adivinhar que esse prazo de dois anos se esgotaria no dia seguinte...
Lembro-me da primeira vez que a ouvi no rádio, pensei "que massa essa cantora, deve ser uma robusta negra americana, nunca ouvi antes... Quem será?". Muitos pensaram como eu, a surpresa ficou por conta dela ser totalmente o contrário: mingnon, branca e inglesa. Essa característica inusitada colaborou para dar ainda mais destaque para a sua voz forte e perfeita.
Amy... Sempre foi assunto na minha roda de amigos. O que ela fazia, o que ela vestia, o que ela cantava...Um trecho de uma música sua virou até gíria entre a gente: "no no no!" , utilizado para definir o estado de alguém quando fora de si, por raiva, por ter exagerado na bebida, ou pelo uso de substâncias alucinógenas. Assim como seu nome, utilizado para as mesmas definições. Ex: Hoje eu estou Amy (da pá virada). Amy para nós virou até verbo: "Ontem fulano estava 'amywinehouseando'", para definir quando a pessoa estava passando da conta.
Amy também era uma entidade de primeira linha cultuada na "Sagolândia" (ver reinodasagolandia.blogspot.com), país imaginário da nossa turma. Tudo isso era uma maneira de homenagear aquela que por todo seu talento merecia todo o reconhecimento do mundo, o que ela obteve. Nunca ouvi ninguém discordar que a moça tinha talento. Podia até não elogiar, mas quem não admite que Amy era uma merecida estrela? (A não ser meu ex que dizia que a voz dela era enjoada. Mas talentosa ele sabe que ela era.)
Amy era uma virtuose, uma artista completa, independente, que brilhava por si: excelente interpréte e compositora, de canções de rasgar a alma, de estilo próprio, homenageado até por grandes estilistas. Apesar de todo seu talento, do sucesso estrondoso, Amy era simples, parecia distante da fama, dava a impressão de desconhecer que o mundo a admirava. O contrário, infelizmente, era o que acontecia: enquanto era enaltecida pelo mundo, ela mesma se desmerecia. Mas todos torciam por dias melhores para ela.
A minha admiração por Amy se fez justamente por que apesar de todo talento, de todo sucesso , ela era simples, ela errava, ela era humana. Ela não tinha vergonha, não queria se mostrar perfeita a todo momento, não fazia tipo. Amy era "underground" e eu amava! Ela era minha licença poética. E sempre lembrarei dela assim.
Gostava tanto que meu sonho era me fantasiar de Amy, inclusive, era até chamada de Amy por alguns amigos, com todo orgulho! O seu estilo era o meu estilo, ela era a minha maior musa inspiradora. Quando ela lançou sua boneca, fiquei contando os dias pra poder comprar, mas ninguém se interessou em fabricá-la... Quantas vezes me imaginei interpretando suas canções em pubs na minha cidade... Queria ser, nem que fosse um poquinho, como ela!
Um dia um amigo falou que era preciso que ela gravasse mais um disco pra que ela salvasse sua carreira, por que o o terceiro disco estava demorando muito para sair. (estávamos todos na torcida). Lembro que falei: "a Amy poderia morrer hoje, por que ela não precisa fazer mais nada, ela já se eternizou. "
Amy Winehouse era aquele artista que já tinha conseguido ultrapassar o limite físico da existência, se tornou lenda em vida. O que ela fizesse, nada ia retroceder sua virtuosidade.
Amy, Amy, devia ter ido ao seu show com a Karliete... Hoje me despeço te agradecendo pela companhia nos momentos de tristeza, nas noites solitárias, quando contigo me inspirava para escrever... (ver os posts "O nunca pode ser agora" e "Madrugada fria")
Agradecendo pela presença nos momentos de alegria, quando com os amigos tua música era trilha sonora constante. Pelas inspirações nos looks e no seu sucesso... Você sempre será minha Diva, desde sempre imortal.
Bye bye Amy...
segunda-feira, 18 de julho de 2011
FIRST PIC OF MONROE...AWWWW
quinta-feira, 14 de julho de 2011
AO CÉU - MELANINA CARIOCA
Essa música não sai mais da minha cabeça! Mas quem não quer ouvir isso de alguém? É meu sonho!Toda noite eu vou levar você ao céu
Não sei o que você faz
Que me faz sentir tão bem
Eu falo mas você não quer acreditar
Sou mais feliz por ser teu bem
Agora sei que tudo vai mudar
Agora vejo que as estrelas vão brilhar
Porque o céu amanheceu só teu
O tempo vai passar
E nosso amor só vai crescer
Você vai ver
Meu pai vai conceder a laje pra morar
E uma casa eu vou te dar
(No Vidigal...)
Mobiliada em frente ao mar
(No Vidigal...)
Pra gente se casar
(No Vidigal...)
Porque eu quero ser só teu
Quando tudo se ajeitar
Quando Deus abençoar
Dois bonecos vai me dar
E vou te dar o céu
Toda noite eu vou levar você ao céu (3x)
Amor, preciso ouvir a tua voz
Me fala, qual vai ser?
Você sabe, sou toda sua
Seu desejo é o meu desejo
Você é o meu lugar
Sob estrelas e luar
Agora e sempre
Nunca imaginei te amar assim
Nunca imaginei ser tão feliz
Pediu a minha mão
Te dou meu coração
Aqui é o seu lugar
Toda noite eu vou levar você ao céu (3x)
Para ouvir: http://www.myspace.com/melaninacarioca
sábado, 9 de julho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
DOCE LEMBRANÇA
Eu aqui na net, quando ouço um barulho de buzina lá na rua. Na mesma hora fui longe, aquele era o sinal do homem do algodão doce quando ia passando. Se fosse a quinze anos, essa hora estaria juntando as garrafas de vidro no quintal, esbaforida, pra trocar pela iguaria...
Um dia, do mesmo jeito que a gente descobre que Papai Noel não existe, descobri que algodão doce do saquinho não é lá muito recomendável, pois para inflar o recipiente o fabricante assopra e nisso pode cair gotículas de saliva no mesmo. Aí já viu né... Eca!
Sem falar que é o puro açucar, arqui inimigo de quem já passou dos vinte. Ainda bem que eu descobri isso bem grandinha, na universidade, quando já não corria mais atrás do homem do algodão...








